O improvável prova que pode, neste encontro de cores.
O vermelho, a mais notória das cores, com suas óbvias representações da paixão, do perigo, do que é forte, intenso e perigoso.
A seiva humana é vermelha e vermelhos nossos corações!
Suas variantes mais intensas como o grená, que é a cor do vinho (a mais sensual das bebidas) ou mais tênues como o rosa mais suave, da pétala tenra da flor que carrega o mesmo nome: "Rosa", a perfeita representação do amor.
Poderia dizer que o VERMELHO é minha cor predileta, poderia...
O CINZA, que por convenção, passou a ser símbolo de sobriedade, embaixador da neutralidade, ícone de discrição e tida como algo que não chama ou rouba a atenção, na verdade é a mais incrível das cores.
Dissimuladamente, o Cinza encerra a mais perfeita das misturas, o branco e preto, a soma de todas as cores e sua total ausência.
Não detenho grandes conhecimentos sobre artes, física ou química, mas minha compreensão me leva a crer que a mais perfeita representação do "Todo" e de "Tudo", seria uma esfera cinza, flexível ao toque. Visão de um "observador amador", no mais amplo sentido que essas duas palavras encerram.
Sem dúvida o Cinza é a mais mais charmosa das cores e as tardes cinzentas as mais charmosas das tardes.
Iniciados são os que conhecem os segredos do Cinza, de seus tons e subtons, todas as variantes da luz, da sombra e da escuridão!
Sou multicor por fora, permeado pelo vermelho do sangue, mas meu íntimo, meu interior, meu Eu verdadeiro é cinzento, num permanente crepúsculo de um charmoso entardecer.
O aperto no coração a beira do abismo, é apenas a vontade de cair
CAIA!
sábado, 2 de maio de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
É ele que sabe das coisas.(conversas com meu filho)
Acordo cedo pra levar meu filho para escola, depois retorno até minha casa me alimento de maneira ínfima, tomo um banho e saio para o trabalho.
No metrô, onde me desloco para o Centro da cidade, não posso escolher em que bunda vou encostar ou quem encostará na minha, tendo ainda que respirar o mesmo ar viciado e repleto de gases e odores estranhos, exalados e respirados pelos outros passageiros. Tento não suar e sobreviver. Sobrevivo.
Chego ao trabalho, enfrento a rotina diária que me presenteia com contratempos, aborrecimentos, incoerências alheias, percalços e responsabilidades, como toda e qualquer profissão.
Talvez Eu não tenha o retorno finaceiro adequado, talvez Eu não tenha o reconhecimento pelo que faço, talvez Eu só tenha o que mereça...Amo o que faço e isso é o que verdadeiramente importa. Sou mais do que sonhei ser. Fui cabo-man, fui assistente de câmera e hoje sou diretor de TV. Caminhei.
O dia de trabalho termina. Retorno "enlatado" no mesmo metrô que me trouxe pela manhã.
Mais uma vez encoxado e encoxando, vou me ajeitando, tentando unutilmente descolar meu corpo dos meus companheiros de viagem. Estranho, parece que a volta tem mais pessoas que a ida. Sobrevivo mais uma vez.
Fim de tarde, princípio de noite, inicio minha exaustiva e disciplinada jornada esportiva.
Corro 10 kilômetros por dia, 60k por semana, 250k por mês, 3.000k por ano. Ufa!!! Além de uma hora e meia de outros execícios físicos. Haja coração!!!
Deixei para trás 31 kilos que não quero mais encontrar, contudo já encontrei 8. Dizem que é massa magra, músculos, mas vem cá, esse bagulho também não pesa?
Tento ser ético, procuro ser justo, acredito em meus ideais, honro meus compromissos, advogo em causa própria pois não conheço ninguém que possa fazer isso melhor que Eu.
Me esforço para levar alegria e coragem por todos os lugares que passo. Quero partilhar a luz que recebi, que é uma dádiva de Deus e tem de ser dividida.
Amo meus familiares, meus amigos, acredito que todo mundo é bom, até que se prove o contrário. O triste é que muitos insistem em provar. A humanidade há de melhorar, mesmo que isso demore (e vai demorar).
Luto contra minha fome, batalho contra meu cansaço, duelo contra lesões e doenças oportunistas que teimam em invadir-me. Por vezes perco, por outras venço.
Saio na porrada com o meu orgulho, brigo com minhas vontades e desejos. A maior das guerras é contra o ego, mas o ego sou Eu e Eu sou.
Engendro meus planos, sonho os meus sonhos, abrigo os meus amores e não renego minhas dores.
Me rendo por um beijo.
Sei de onde vim, onde estou e agora começo a determinar para onde vou.
O tempo não me apagou, a distância não me afastou, a maldade não me destruiu, mundo tentou, mas não me corrompeu.
A vida me abordou e disse: DECIFRA-ME OU DEVORO-TE! Respondi: VÁ SE FUDER!
Sou filho, pois DEUS é PAI!
Venci a mim mesmo, hoje estou melhor que ontem.Sou o super-herói da minha propria história.Sou feliz e não fiquei babaca.
Quem sou Eu e o que faço, era a questão inicial e talvez me falte resposta, mas meu filho insiste em dizer que sou o Super-Homem.
O nome dele é Gabriel e sempre sabe das coisas.
No metrô, onde me desloco para o Centro da cidade, não posso escolher em que bunda vou encostar ou quem encostará na minha, tendo ainda que respirar o mesmo ar viciado e repleto de gases e odores estranhos, exalados e respirados pelos outros passageiros. Tento não suar e sobreviver. Sobrevivo.
Chego ao trabalho, enfrento a rotina diária que me presenteia com contratempos, aborrecimentos, incoerências alheias, percalços e responsabilidades, como toda e qualquer profissão.
Talvez Eu não tenha o retorno finaceiro adequado, talvez Eu não tenha o reconhecimento pelo que faço, talvez Eu só tenha o que mereça...Amo o que faço e isso é o que verdadeiramente importa. Sou mais do que sonhei ser. Fui cabo-man, fui assistente de câmera e hoje sou diretor de TV. Caminhei.
O dia de trabalho termina. Retorno "enlatado" no mesmo metrô que me trouxe pela manhã.
Mais uma vez encoxado e encoxando, vou me ajeitando, tentando unutilmente descolar meu corpo dos meus companheiros de viagem. Estranho, parece que a volta tem mais pessoas que a ida. Sobrevivo mais uma vez.
Fim de tarde, princípio de noite, inicio minha exaustiva e disciplinada jornada esportiva.
Corro 10 kilômetros por dia, 60k por semana, 250k por mês, 3.000k por ano. Ufa!!! Além de uma hora e meia de outros execícios físicos. Haja coração!!!
Deixei para trás 31 kilos que não quero mais encontrar, contudo já encontrei 8. Dizem que é massa magra, músculos, mas vem cá, esse bagulho também não pesa?
Tento ser ético, procuro ser justo, acredito em meus ideais, honro meus compromissos, advogo em causa própria pois não conheço ninguém que possa fazer isso melhor que Eu.
Me esforço para levar alegria e coragem por todos os lugares que passo. Quero partilhar a luz que recebi, que é uma dádiva de Deus e tem de ser dividida.
Amo meus familiares, meus amigos, acredito que todo mundo é bom, até que se prove o contrário. O triste é que muitos insistem em provar. A humanidade há de melhorar, mesmo que isso demore (e vai demorar).
Luto contra minha fome, batalho contra meu cansaço, duelo contra lesões e doenças oportunistas que teimam em invadir-me. Por vezes perco, por outras venço.
Saio na porrada com o meu orgulho, brigo com minhas vontades e desejos. A maior das guerras é contra o ego, mas o ego sou Eu e Eu sou.
Engendro meus planos, sonho os meus sonhos, abrigo os meus amores e não renego minhas dores.
Me rendo por um beijo.
Sei de onde vim, onde estou e agora começo a determinar para onde vou.
O tempo não me apagou, a distância não me afastou, a maldade não me destruiu, mundo tentou, mas não me corrompeu.
A vida me abordou e disse: DECIFRA-ME OU DEVORO-TE! Respondi: VÁ SE FUDER!
Sou filho, pois DEUS é PAI!
Venci a mim mesmo, hoje estou melhor que ontem.Sou o super-herói da minha propria história.Sou feliz e não fiquei babaca.
Quem sou Eu e o que faço, era a questão inicial e talvez me falte resposta, mas meu filho insiste em dizer que sou o Super-Homem.
O nome dele é Gabriel e sempre sabe das coisas.
terça-feira, 28 de abril de 2009
A modernidade nos oferece oportunidades ímpares que antes seriam inimagináveis. Podemos, por exemplo, visitar o Museu do Louvre, sem sair de casa, com simples toques dos dedos em um mouse de computador e utilizando algumas palavras-chave. Pronto! Virtualmente podemos seguir pelas galerias, corredores e alas do museu francês, admirar seu acervo artístico e todo patrimônio histórico ali contido.
Lembro das vezes que visitei o mar. A brisa vinda do Atlântico, o som grave do quebrar das ondas, o pinicar sentido na pele, efeito dos raios de sol, tal e qual suave acupuntura, o passar da areia entre os dedos no caminhar sobre a areia fofa e a mais íncrivel e marcante das sensações: O cheiro ácido de sal e água, o cheiro do oceano.
O virtualismo abriu portas, mostrou mundos, uniu povos, integrou culturas, isso é mais que óbvio, porém serve e só serve, como fonte de consulta e informação.Eu fui ver o mar e guardo em mim todas aquelas sensações.
Lembro das vezes que visitei o mar. A brisa vinda do Atlântico, o som grave do quebrar das ondas, o pinicar sentido na pele, efeito dos raios de sol, tal e qual suave acupuntura, o passar da areia entre os dedos no caminhar sobre a areia fofa e a mais íncrivel e marcante das sensações: O cheiro ácido de sal e água, o cheiro do oceano.
O virtualismo abriu portas, mostrou mundos, uniu povos, integrou culturas, isso é mais que óbvio, porém serve e só serve, como fonte de consulta e informação.Eu fui ver o mar e guardo em mim todas aquelas sensações.
Assinar:
Postagens (Atom)
